sábado, 26 de junho de 2010

CONTRA OS CANHÕES, MARCHAR, MARCHAR

Querem saber como a ameaça da dívida pública portuguesa compromete as futuras gerações? Comprometendo o próprio presente! Com o Decreto-Lei 72-A/2010, o estado português lançou a guerra ao cinema e à animação. É este o resultado de décadas de más políticas governativas. Ou não fosse o dia de hoje, o futuro do tempo passado - que passa no presente. O momento até foi bem escolhido para a publicação do decreto-lei: a malta anda distraída com o futebol. Há que ganhar esta guerra, fazendo o governo e a assembleia da república compreenderem que Portugal não pode dar-se ao luxo de perder a animação e o cinema que tem hoje. Portanto, só têm é de legislar e governar de forma competente e instaurar de imediato as políticas que ao invés de destruir, fomentem a produtividade do sector, que tanta falta faz ao país. O activo da animação portuguesa não pode ser indiferente a esta ofensiva. Abaixo com o Decreto-lei! Basta de má governação! As reformas não se fazem com sangrias! Se isto é o melhor que as senhoras e os senhores ministros são capazes de fazer, então nem somos governados por zarolhos… somos governados por cegos que trocam o cinema nacional por umas auto-estradas.

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