segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

ética e carapuça

Não sei se este sector alguma vez alcançará um desenvolvimento e uma capacidade de organização associativa capaz de estruturar em si um conselho ético, em caso de necessidade. Tendo em conta tudo o que já vi, penso que haveria toda a utilidade em que isso pudesse um dia ser possível. Mesmo sem qualquer poder legislativo ou punitivo, os pareceres desse órgão serviram, no mínimo, para assinalar à navegação futura os exemplos fracturantes que se demonstraram nocivos ao sector, e que consequentemente, seriam de evitar para o futuro. Mas com certeza que, se a alguma vez chegar a existir, o dia de um conselho de ética dos profissionais da animação portuguesa está seguramente distante. Por isso, não posso deixar de registar aqui um apelo ao profissional que, desde os encontros de Montemor, tem insistentemente tentado obter informações que são confidenciais sobre um contrato que a Animanostra tem com um estúdio prestador de serviços: que faça o obséquio de não meter o nariz em negócios que não são da sua conta.

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